Estudando a Receita da Senhora Birra Rabitt Ale

Comecei hoje a estudar sobre a inserção de cenoura na receita de cerveja e achei alguns links interessantes em fóruns americanos principalmente. A cultura de cervejas caseiras nos Estados Unidos é mais antiga do que aqui, é uma fonte muito importante de informações.

Com a ajuda do meu bom e velho amigo Google Tradutor consegui pegar algumas idéias e vi que muita gente se interessa por essa receita, mas não encontrei nada de receita pronta.

Achei neste site as propriedades da cenoura e pesquisando um pouco mais no Google digitei “cenoura mais açúcares” e cheguei a um texto interessantíssimo do blog Farmacêuticos na Cozinha, do farmacêutico e bioquímico Rodolfo Schleier.

A parte interessante do texto foi essa:

“A camada mais externa, alaranjada (ou seria “acenourada”?) dessa raiz tem o nome botânico de córtex, e concentra os pigmentos e açúcares. Em geral, as cenouras mais finas são mais doces e dão um colorido mais intenso, porque predomina aquela camada mais externa. A parte mais interna, esverdeada, se chama cilindro vascular e contém mais água. São as “artérias” da cenoura. Pode reparar: as cenouras mais grossas têm esse cilindro mais desenvolvido, e com isso elas ficam mais “aguadas”. Para fazer pratos doces, incluindo bolos, prefiro as cenouras menores.”

A minha conclusão é que irei usar ou cenouras pequenas inteiras e cruas, sem descascar (por causa das vitaminas presentes na casca), e inseri-las tanto misturadas ao malte quanto na hora da fervura.

Há a opção daquelas mini-cenouras, se não custarem muito caro vou optar por elas.

Provavelmente usarei mini cenouras na receita da Rabitt Ale.

Vamos ver como vai ficar!

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