Nona Leva: A Brassagem da Cameriere Belgian S Ale

Esse leva será destinada ao festival de Homebrewers que acontecerá em São Paulo no próximo dia 29 de julho.

Escolhi um estilo de cerveja que nunca fiz, mas como a brassagem foi a mais tranquila que já tive até hoje estou confiante.

Equipamento montado e comecei a brassagem.

Acordei 6h da manhã e já comecei a arrumar as coisas, dessa vez resolvi testar brassar na garagem por ser mais fechada, tava frio aqui em Sampa. Seis e meia eu já estava com tudo montado e pronto pra começar, então “mandei bala”.

As 7h30 e já estava com a mostura a 50ºC, mantive até 8h10. Durante esse tempo corri no supermercado pra comprar o mel da receita, eu havia esquecido.

Mosto escuro por conta dos maltes utilizados, ficou quase preto.

Das 8h30 às 9h mantive a 60ºC e das 9h15 às 9h45 com temperatura por volta de 70ºC. Me esqueci de fazer o mash-out, só percebi durante a resfriação do mosto, não sei quais são as consequências disso.

O mosto ficou bem escuro por conta do uso do malte Black Patent. As cervejas Belgian Ale podem ter essa coloração.

Fiz o resfriamento de 12h30 até quase 15h, demorou bastante e por isso estou muito disposto a comprar um chiller de placas em breve, quando sobrar um dinheiro no final do mês.

Nenhuma surpresa negativa com o equipamento, receita seguida do início ao fim do jeito que estava planejado. A densidade original ficou com 1058, sendo que o esperado pro estilo da cerveja é entre 1030 e 1080. Pela previsão do Beer Smith era pra ter ficado com 1066.

 

Esse post foi publicado em 9 - Nona Leva: Cameriere Belgian S Ale, Minhas Cervejas e marcado , , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para Nona Leva: A Brassagem da Cameriere Belgian S Ale

  1. victor disse:

    Fala! O mel foi adicionado em qual parte? no final da fervura ou na fermentação? Qual foi o percentual em relaçõa aos grãos? Depois diz como ficou?
    abç!

Os comentários estão encerrados.